“Os Canhões de Santarém que floriram em Lisboa”, título que marca a estreia literária de Jaime Fernandes, foi, um “imperativo de consciência”, uma necessidade que o autor sentiu em transmitir as memórias que guarda do ambiente social, cultural e político dos tempos da ditadura. Uma obra que, segundo escreve João Luís Madeira Lopes no prefácio, transmite a mensagem que o “25 de Abril não caiu do céu, como dádiva divina”.

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