Ramiro Teixeira fala-nos de Bento da Cruz, escritor barrosão de excelência, e da sua obra.

«(...) Bento da Cruz, por memória e idiossincrasia natural, manteve-se sempre vinculado ao sentido antropológico e etnográfico do universo barrosão, produzindo obra viva e picaresca, através de relatos de vivências ancestrais, evidenciando uma capacidade notável de colocar, perante os nossos olhares assombrados, a cultura de uma região e de um povo, entre a frustação do seu destino e a riqueza do seu conteúdo humano e cultural.

(...) A verdade é que, na obra de Bento da Cruz, a todo o momento, assistimos à singular intimidade ou parceria existencial entre o homem e o animal. Um e outro possuem uma existência comum, sendo pertença duma mesma família, a qual, em sua forma primitiva de viver, não separa um do outro.(...)»

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