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20 Compromissos para o Futuro

16.00

Informação adicional

Sinopse

Um compromisso é uma vontade, é uma liberdade. Manifestam-se em opções, ações e atitudes comportamentais, pacíficas ou violentas. Ter a necessidade ou a ausência de compromisso constitui a mesma carga de responsabilidade.

Discutem-se os compromissos universais que a atualidade acutila, como os inerentes aos Princípios Universais e ao Direito Internacional, às novas fronteiras que se abrem no Polo Norte, aos
terrorismos, às rivalidades, às guerras, às alterações climáticas e outros temas.

Anotava-se no início do milénio que pela primeira vez na História havia mais democracias do que ditaduras. Hoje, a situação inverteu-se. Os 20 compromissos tentam explicar alguns motivos.

O mundo aceita a frase normalizadora da guerra, do Mestre Clausevitch: «A guerra é a continuação da política por outros meios». O pensamento democrático não deve considerar que haja
uma relação de continuidade entre a política e a guerra. A guerra é uma rotura com a política. A História e a atualidade provam de que há mais guerras entre ditaduras do que entre democracias.

Abordamos a questão da dissuasão, da «Terceira Guerra Mundial» e da Nova Ordem Internacional. O futuro foi sempre incerto, atemorizador, mas só ele nos traz novas oportunidades. É
preciso é saber aproveitá-las.

Concebemos que a liberdade de ter ou não determinado compromisso pode transportar responsabilidade para a comunidade e para o Estado. Uma distinção que coloca o cidadão na ponta da escarpa entre a coerência pessoal e o compromisso social.

Detalhes

ISBN 978 989 591 058 8
Editora Âncora Editora
Edição 1.ª edição - Maio de 2026
Páginas 223
Formato 15x23
Peso 368 g
EAN/Código 9101
Coleção
Tags

Descrição

Um compromisso é uma vontade, é uma liberdade. Manifestam-se em opções, ações e atitudes comportamentais, pacíficas ou violentas. Ter a necessidade ou a ausência de compromisso constitui a mesma carga de responsabilidade.

Discutem-se os compromissos universais que a atualidade acutila, como os inerentes aos Princípios Universais e ao Direito Internacional, às novas fronteiras que se abrem no Polo Norte, aos
terrorismos, às rivalidades, às guerras, às alterações climáticas e outros temas.

Anotava-se no início do milénio que pela primeira vez na História havia mais democracias do que ditaduras. Hoje, a situação inverteu-se. Os 20 compromissos tentam explicar alguns motivos.

O mundo aceita a frase normalizadora da guerra, do Mestre Clausevitch: «A guerra é a continuação da política por outros meios». O pensamento democrático não deve considerar que haja
uma relação de continuidade entre a política e a guerra. A guerra é uma rotura com a política. A História e a atualidade provam de que há mais guerras entre ditaduras do que entre democracias.

Abordamos a questão da dissuasão, da «Terceira Guerra Mundial» e da Nova Ordem Internacional. O futuro foi sempre incerto, atemorizador, mas só ele nos traz novas oportunidades. É
preciso é saber aproveitá-las.

Concebemos que a liberdade de ter ou não determinado compromisso pode transportar responsabilidade para a comunidade e para o Estado. Uma distinção que coloca o cidadão na ponta da escarpa entre a coerência pessoal e o compromisso social.

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