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Por caminhos de pedra solta…

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Sinopse

«Por caminhos de pedra solta, do Professor Galopim de Carvalho, é mais um ato extraordinário de cultura, resistência e generosidade do autor. “Duro de ouvido” nesta fase da vida, confessa que esta condição o ensinou a viver consigo próprio: “Sendo a escrita um acto solitário, julgo ter encontrado, nesta minha deficiência, total disponibilidade para a exercitar. A palavra escrita é hoje o meu principal veículo de comunicação.” Somos os felizes destinatários desta escolha. A sua palavra escrita conduz-nos neste livro por uma viagem prodigiosa, que tanto pode levar-nos aos primórdios da formação da Terra como às lembranças da sua infância alentejana. Cidadão exemplar e atento, não deixa de nos desafiar: “Uma das formas de combater as flagrantes desigualdades e injustiças que, ao invés das promessas de Abril, persistem na nossa sociedade é criar cidadania onde ela anda esquecida, alargá-la onde for preciso e encorajar o cidadão a fazer pleno uso dela, como contribuição pessoal no tecido social de que é parte.” Vasto e urgente programa perante a vaga de violência e de desconstrução democrática que assola o mundo.»

Helena Roseta
In Prefácio

Detalhes

ISBN 978 989 591 014 4
Editora Âncora Editora
Edição 1.ª edição - Julho de 2025
Páginas 515
Formato 15x23
Peso 797 g
EAN/Código 24020
Coleção
Tags

Descrição

«Por caminhos de pedra solta, do Professor Galopim de Carvalho, é mais um ato extraordinário de cultura, resistência e generosidade do autor. “Duro de ouvido” nesta fase da vida, confessa que esta condição o ensinou a viver consigo próprio: “Sendo a escrita um acto solitário, julgo ter encontrado, nesta minha deficiência, total disponibilidade para a exercitar. A palavra escrita é hoje o meu principal veículo de comunicação.” Somos os felizes destinatários desta escolha. A sua palavra escrita conduz-nos neste livro por uma viagem prodigiosa, que tanto pode levar-nos aos primórdios da formação da Terra como às lembranças da sua infância alentejana. Cidadão exemplar e atento, não deixa de nos desafiar: “Uma das formas de combater as flagrantes desigualdades e injustiças que, ao invés das promessas de Abril, persistem na nossa sociedade é criar cidadania onde ela anda esquecida, alargá-la onde for preciso e encorajar o cidadão a fazer pleno uso dela, como contribuição pessoal no tecido social de que é parte.” Vasto e urgente programa perante a vaga de violência e de desconstrução democrática que assola o mundo.»

Helena Roseta
In Prefácio

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