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Ilha Terceira Maçónica

12.00

Informação adicional

Sinopse

No ano em que se celebram os 50 anos da Constituição da República Portuguesa e, em simultâneo decorrente, o quinquagésimno aniversário da Autonomia dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, e onde já se prepara a comemoração dos 600 anos da Descoberta dos Açores, todos os contributos para divulgar a história das regiões insulares são, naturalmente, desejáveis, salutares e úteis participações para uma melhor compreensão dos portugueses acerca de si mesmos. E há muitos desconhecimentos dentro de tão pequeno país, que se tornam mais evidentes no que respeita à sua existência e ao viver nas ilhas. E, num mundo globalizado, tal é ainda mais de estranhar. Todos devemos contribuir para se ultrapassarem as ignorâncias secularmente persistentes, em cujos vazios cavalga o preconceito.

Se nos dois primeiros séculos da História dos Açores é impossível compreender o arquipélago sem analisar a influência da ordem religiosa dos frades menores, se nos séculos XVII e XVIII a preponderância modelar foi a da congregação da Companhia de Jesus, nos séculos XIX e XX, a ascendência determinante deveu-se às organizações fraternais da ordem da Maçonaria. Ilha Terceira Maçónica  vem dar a conhecer, de forma escorreita e acessível, o contributo de uma das ilhas centrais na influência e poder do arquipélago, de tal forma decisivo que, sem a sua acção, Portugal seria de tal modo distinto que talvez cumprisse a famosa distopia absolutista que Luís Corte-Real nos expôs em Lisboa Noir.

Detalhes

ISBN 978 989 591 050 2
Editora Âncora Editora
Edição 1.ª edição - Abril de 2026
Páginas 104
Formato 16x24
Peso 223 g
EAN/Código 54005
Coleção ,
Tags

Descrição

No ano em que se celebram os 50 anos da Constituição da República Portuguesa e, em simultâneo decorrente, o quinquagésimno aniversário da Autonomia dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, e onde já se prepara a comemoração dos 600 anos da Descoberta dos Açores, todos os contributos para divulgar a história das regiões insulares são, naturalmente, desejáveis, salutares e úteis participações para uma melhor compreensão dos portugueses acerca de si mesmos. E há muitos desconhecimentos dentro de tão pequeno país, que se tornam mais evidentes no que respeita à sua existência e ao viver nas ilhas. E, num mundo globalizado, tal é ainda mais de estranhar. Todos devemos contribuir para se ultrapassarem as ignorâncias secularmente persistentes, em cujos vazios cavalga o preconceito.

Se nos dois primeiros séculos da História dos Açores é impossível compreender o arquipélago sem analisar a influência da ordem religiosa dos frades menores, se nos séculos XVII e XVIII a preponderância modelar foi a da congregação da Companhia de Jesus, nos séculos XIX e XX, a ascendência determinante deveu-se às organizações fraternais da ordem da Maçonaria. Ilha Terceira Maçónica  vem dar a conhecer, de forma escorreita e acessível, o contributo de uma das ilhas centrais na influência e poder do arquipélago, de tal forma decisivo que, sem a sua acção, Portugal seria de tal modo distinto que talvez cumprisse a famosa distopia absolutista que Luís Corte-Real nos expôs em Lisboa Noir.

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