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Judeus e Nazis

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Sinopse

Neste livro reúnem-se três estudos, o primeiro sobre Benito Espinosa (1632-1677), o segundo sobre Eça de Queiroz (1845-1900) e a questão Dreyfus, ocorrida nos derradeiros anos da estadia do romancista em França, e ainda sobre os personagens judeus dos seus romances, assim como das suas crónicas acerca do primeiro-ministro inglês Benjamin Disraeli (1804-1881), filho de um judeu que se baptizara cristão (1817) e que foi primeiro-ministro ligado à edificação de um grande império colonial inglês no mundo, além de romancista de talento, falecido quando o autor d’Os Maias era cônsul na Grã-Bretanha. E o terceiro, o mais extenso, sobre o panfleto Mein Kampf (1925) de Adolf Hitler (1889-1945), obra que é examinada como bíblia do ideário nazi, racista e totalitário, ditado a Rudolf Hess quando este dirigente nascido na Áustria e depois naturalizado alemão, se encontrava preso na prisão de Landsberg, em 1924, após o falhado golpe de Estado da cervejaria bávara, em 8-9 de Novembro de 1923. &Agrave análise desta obra fundamental como sincero e assumido ideário e programa genocida, racista e totalitário posto em prática desde 1933 a 1945, acrescenta-se ainda nesta terceira parte um estudo iconológico sobre o significado de dois emblemas, aliás antagónicos, a suástica (ou cruz gamada), tornada símbolo do partido nazi, e incluída depois na bandeira do III Reich, e a estrela judaica de seis pontas ou hexalfa, também chamada escudo de David ou signo de Salomão (ou “sino simão” em português, estudado pelo etnólogo José Leite de Vasconcelos, em 1918).

Detalhes

ISBN 978 972 780 688 1
Editora Âncora Editora
Edição 1.ª edição: Maio de 2019
Páginas 216
Formato 15x23
Peso 304 g
EAN/Código 14041
Coleção
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Descrição

Neste livro reúnem-se três estudos, o primeiro sobre Benito Espinosa (1632-1677), o segundo sobre Eça de Queiroz (1845-1900) e a questão Dreyfus, ocorrida nos derradeiros anos da estadia do romancista em França, e ainda sobre os personagens judeus dos seus romances, assim como das suas crónicas acerca do primeiro-ministro inglês Benjamin Disraeli (1804-1881), filho de um judeu que se baptizara cristão (1817) e que foi primeiro-ministro ligado à edificação de um grande império colonial inglês no mundo, além de romancista de talento, falecido quando o autor d’Os Maias era cônsul na Grã-Bretanha. E o terceiro, o mais extenso, sobre o panfleto Mein Kampf (1925) de Adolf Hitler (1889-1945), obra que é examinada como bíblia do ideário nazi, racista e totalitário, ditado a Rudolf Hess quando este dirigente nascido na Áustria e depois naturalizado alemão, se encontrava preso na prisão de Landsberg, em 1924, após o falhado golpe de Estado da cervejaria bávara, em 8-9 de Novembro de 1923. &Agrave análise desta obra fundamental como sincero e assumido ideário e programa genocida, racista e totalitário posto em prática desde 1933 a 1945, acrescenta-se ainda nesta terceira parte um estudo iconológico sobre o significado de dois emblemas, aliás antagónicos, a suástica (ou cruz gamada), tornada símbolo do partido nazi, e incluída depois na bandeira do III Reich, e a estrela judaica de seis pontas ou hexalfa, também chamada escudo de David ou signo de Salomão (ou “sino simão” em português, estudado pelo etnólogo José Leite de Vasconcelos, em 1918).

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