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Luvuéi – A maior emboscada sofrida pelos comandos

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Informação adicional

Sinopse

«(…) Quanto à «excelência da ideia», basicamente, o conteúdo do livro, este tem a originalidade de ter sido escrito por um sargento miliciano comando que viveu parte do período final da guerra em Angola. Já tínhamos um contributo de outro sargento miliciano, mas sobre o princípio da guerra. E de outro comando, mas sobre a Guiné. O Autor consegue transmitir o reverso e o anverso da guerra. Por um lado, as baixas, especialmente na pior emboscada sofrida por tropas comandos por outro, o exemplo de alguns líderes, a solidariedade/camaradagem que cria laços para a vida&hellip E também revela sensibilidade e humildade, demonstrando sentimentos humanos sublinhados na guerra, tal como, oportunamente, o prémio Nobel Albert Camus referiu n&rsquoA Peste, ou seja (cito de memória): «as grandes calamidades, incluindo a guerra, revelam o muito de mau que existe no homem, mas também o muito de bom&hellip» Sentimentos bem marcantes, desde o espírito do Natal ao medo, embora controlado, quer da mata, quer da tempestade&hellip o que me recorda Natais em Angola e na Guiné e o grande tornado na Guiné, articulado com um assalto inimigo…»
M. Barão da Cunhada Nota Prévia.

Detalhes

ISBN 978 972 780 541 9
Editora Âncora Editora
Edição 2.ª edição: Novembro de 2017
Páginas 262
Formato 16,5x23
EAN/Código 44007
Coleção
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Descrição

«(…) Quanto à «excelência da ideia», basicamente, o conteúdo do livro, este tem a originalidade de ter sido escrito por um sargento miliciano comando que viveu parte do período final da guerra em Angola. Já tínhamos um contributo de outro sargento miliciano, mas sobre o princípio da guerra. E de outro comando, mas sobre a Guiné. O Autor consegue transmitir o reverso e o anverso da guerra. Por um lado, as baixas, especialmente na pior emboscada sofrida por tropas comandos por outro, o exemplo de alguns líderes, a solidariedade/camaradagem que cria laços para a vida&hellip E também revela sensibilidade e humildade, demonstrando sentimentos humanos sublinhados na guerra, tal como, oportunamente, o prémio Nobel Albert Camus referiu n&rsquoA Peste, ou seja (cito de memória): «as grandes calamidades, incluindo a guerra, revelam o muito de mau que existe no homem, mas também o muito de bom&hellip» Sentimentos bem marcantes, desde o espírito do Natal ao medo, embora controlado, quer da mata, quer da tempestade&hellip o que me recorda Natais em Angola e na Guiné e o grande tornado na Guiné, articulado com um assalto inimigo…»
M. Barão da Cunhada Nota Prévia.

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