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Manta de Farrapos

13.00

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Informação adicional

Sinopse

É um diário sentimental o conteúdo destas páginas de João de Araújo Correia, mas um diário sentimental em que a vida lateja, linha após linha, página que segue outra página. Não se esquece Araújo Correia do amor que devemos à nossa língua dos elos que nos ligam ao Brasil, da paisagem humana e geográfica do nosso nordeste.Em tudo isto está o criador de ficção mas está também o artista, a sensibilidade do duriense a descobrir no dia a dia dos seus olhos rasgados os motivos de renovação da sua literatura, da sua presença literária, do seu estilo, dos seus contactos com os entes seus semelhantes. Ponto de encontro entre o passado e o presente Araújo Correia relembra os grandes do seu sítio, do seu regionalismo universalista – sejam eles os médicos, os romancistas como Camilo ou os narradores seus mestres e seus iguais, como Trindade Coelho. O volume Manta de Farrapos é tão fora do comum e o seu estilo é tão permeável ao diálogo que, mal ele se encontra lido, logo dá vontade de se voltar ao princípio. A lição larga que de ele se colhe fica amplamente documentada nesse desejo, um desejo que se espraia por mais de duas centenas de páginas.É esta a originalidade de Manta de Farrapos que quase dá vontade de classificar como manta de brocado.
Amândio César

Detalhes

ISBN 978 972 780 518 1
Editora Âncora Editora
Edição 2.ª Edição - Novembro 2015
Páginas 150
Formato 15x23
EAN/Código 42002
Coleção
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Descrição

É um diário sentimental o conteúdo destas páginas de João de Araújo Correia, mas um diário sentimental em que a vida lateja, linha após linha, página que segue outra página. Não se esquece Araújo Correia do amor que devemos à nossa língua dos elos que nos ligam ao Brasil, da paisagem humana e geográfica do nosso nordeste.Em tudo isto está o criador de ficção mas está também o artista, a sensibilidade do duriense a descobrir no dia a dia dos seus olhos rasgados os motivos de renovação da sua literatura, da sua presença literária, do seu estilo, dos seus contactos com os entes seus semelhantes. Ponto de encontro entre o passado e o presente Araújo Correia relembra os grandes do seu sítio, do seu regionalismo universalista – sejam eles os médicos, os romancistas como Camilo ou os narradores seus mestres e seus iguais, como Trindade Coelho. O volume Manta de Farrapos é tão fora do comum e o seu estilo é tão permeável ao diálogo que, mal ele se encontra lido, logo dá vontade de se voltar ao princípio. A lição larga que de ele se colhe fica amplamente documentada nesse desejo, um desejo que se espraia por mais de duas centenas de páginas.É esta a originalidade de Manta de Farrapos que quase dá vontade de classificar como manta de brocado.
Amândio César

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