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Maria Belo – Uma história de vida

22.00

Informação adicional

Sinopse

A psicanálise é o cimento que une as diversas partes que compõem este livro. A primeira parte destaca a inserção da biografada na família e no grupo social, o percurso profissional e a passagem de um projecto de vida místico, para um projecto de vida virado para o Outro, rompendo com o código religioso.

A segunda diz respeito à atividade docente e investigadora da psicanalista, criadora de uma tese sobre a cultura portuguesa, centrada num conceito de matriarcado. Portugal teve mãe, mas não teve pai, o que fez com que na cultura portuguesa não funcionasse a metáfora lacaniana do espelho, como forma de constituição do sujeito. O papel da mãe na criação de culturas conduziu-a uma perspectiva das mulheres, com poder, mas que não o exercem, que a afasta dos feminismos, o que é desenvolvido na terceira parte do livro, sob o título: ”falas de mulher”.

Senhora de uma fala construída pelas categorias da psicanálise, Maria Belo se dedicou-se à análise crítica de situações e personagens, contrapondo o real ao discurso ficcional existente na sociedade portuguesa, numa função libertadora da escrita, que tratamos na quarta parte.

Segue-se o capítulo que retrata o compromisso cívico e a dedicação ao Partido Socialista, onde não teve um caminho de águas pacificas.

Finalmente, na última parte ganha relevo a dimensão do aperfeiçoamento de si e o combate pelo melhoramento da sociedade através da militância maçónica e a edificação da maçonaria feminina no Portugal democrático.

Detalhes

ISBN 978 989 591 023 6
Editora Âncora Editora
Edição 1.ª edição - Setembro de 2025
Páginas 420
Formato 15x23
Peso 662 g
EAN/Código 6088
Coleção
Tags

Descrição

A psicanálise é o cimento que une as diversas partes que compõem este livro. A primeira parte destaca a inserção da biografada na família e no grupo social, o percurso profissional e a passagem de um projecto de vida místico, para um projecto de vida virado para o Outro, rompendo com o código religioso.

A segunda diz respeito à atividade docente e investigadora da psicanalista, criadora de uma tese sobre a cultura portuguesa, centrada num conceito de matriarcado. Portugal teve mãe, mas não teve pai, o que fez com que na cultura portuguesa não funcionasse a metáfora lacaniana do espelho, como forma de constituição do sujeito. O papel da mãe na criação de culturas conduziu-a uma perspectiva das mulheres, com poder, mas que não o exercem, que a afasta dos feminismos, o que é desenvolvido na terceira parte do livro, sob o título: ”falas de mulher”.

Senhora de uma fala construída pelas categorias da psicanálise, Maria Belo se dedicou-se à análise crítica de situações e personagens, contrapondo o real ao discurso ficcional existente na sociedade portuguesa, numa função libertadora da escrita, que tratamos na quarta parte.

Segue-se o capítulo que retrata o compromisso cívico e a dedicação ao Partido Socialista, onde não teve um caminho de águas pacificas.

Finalmente, na última parte ganha relevo a dimensão do aperfeiçoamento de si e o combate pelo melhoramento da sociedade através da militância maçónica e a edificação da maçonaria feminina no Portugal democrático.

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