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Segredos à Solta no Cais dos Amantes

17.00

Informação adicional

Sinopse

No Palace Hotel Cais dos Amores, uma pintora, um coronel e uma professora gostavam de gastar o tempo a adivinhar as alegrias, as tensões ou as contradições de quem entrava e saía, de quem saía e entrava e, ainda, dos que voltavam a entrar e voltavam a sair. Apesar de construído depois da Revolução, o Palace Hotel, batido pelos ventos e sóis de São Martinho do Porto, já contava, no entanto, com um razoável “acervo” de histórias de amores e desamores, de encontros e desencontros e até de narrativas “requentadas” da Guerra Colonial.

Tudo isto se passava sob os olhares discretamente “vigilantes” do Mário e da Ana, até ao dia em que esta “abandonou” a filha, no Circo, e partiu para Barcelona à procura de novos “encantos” ou de “encantos” renovados. Quase em simultâneo (coincidência?), aconteceu a ida, para Itália, do Lopes, tido como a “alma” do hotel, até porque, além do mais, estava sempre disponível para indicar aos “passantes” lugares de convívio ou para “sugerir” aos mais “abandonados” uma companhia para as “noites vazias”…

Detalhes

ISBN 978 989 591 029 8
Editora Âncora Editora
Edição 1.ª edição - Outubro de 2025
Páginas 210
Formato 15x23
Peso 353 g
EAN/Código 16138
Coleção
Tags

Descrição

No Palace Hotel Cais dos Amores, uma pintora, um coronel e uma professora gostavam de gastar o tempo a adivinhar as alegrias, as tensões ou as contradições de quem entrava e saía, de quem saía e entrava e, ainda, dos que voltavam a entrar e voltavam a sair. Apesar de construído depois da Revolução, o Palace Hotel, batido pelos ventos e sóis de São Martinho do Porto, já contava, no entanto, com um razoável “acervo” de histórias de amores e desamores, de encontros e desencontros e até de narrativas “requentadas” da Guerra Colonial.

Tudo isto se passava sob os olhares discretamente “vigilantes” do Mário e da Ana, até ao dia em que esta “abandonou” a filha, no Circo, e partiu para Barcelona à procura de novos “encantos” ou de “encantos” renovados. Quase em simultâneo (coincidência?), aconteceu a ida, para Itália, do Lopes, tido como a “alma” do hotel, até porque, além do mais, estava sempre disponível para indicar aos “passantes” lugares de convívio ou para “sugerir” aos mais “abandonados” uma companhia para as “noites vazias”…

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